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  • BR-116/RJ TEM INTERFERÊNCIA NO TRÁFEGO PARA RECUPERAÇÃO DE PAVIMENTO

    A CRT avisa aos usuários da BR-116/RJ que até 20 de setembro, haverá interferência no tráfego em trechos da via entre os quilômetros 108 (Jardim Gleba Azul) e 120 (Vila Inca) no sentido Rio de Janeiro e entre os quilômetros, 111 (Parada Ideal) e 122 (Santa Guilhermina) no sentido Teresópolis, para recuperação do pavimento. O tráfego nessas locais ficará em meia pista quando da intervenção.
    A Concessionária sugere que os usuários planejem seus deslocamentos com alguma antecedência em função de possíveis retenções. O local estará devidamente sinalizado e equipes da CRT serão mantidas no trecho para orientação dos motoristas. Para outras informações os usuários da BR-116/RJ devem ligar nos números 0800-0210278 e 0800-0210279 (deficientes auditivos e de fala), que funcionam em plantão 24h.

  • BR-116/RJ TERÁ PARE E SIGA NO VIADUTO DE PIABETÁ (KM-131) NO HORÁRIO NOTURNO ENTRE SEGUNDA E A MADRUGADA DE SÁBADO

    A CRT avisa aos usuários da BR-116/RJ que, nas noites entre segunda-feira (23/07) e a madrugada de sábado (28/07), o tráfego no viaduto de Piabetá (Km-131) terá pare e siga em sentidos alternados, para recuperação do pavimento. O serviço será realizado sempre em horário noturno, das 20h às 5h, começando pelo acesso principal da localidade para, em seguida, recuperar as pistas do Viaduto em si.
    A Concessionária sugere que os usuários planejem seus deslocamentos com alguma antecedência em função de possíveis retenções. O local estará devidamente sinalizado e equipes da CRT serão mantidas no trecho para orientação dos motoristas. Para outras informações os usuários da BR-116/RJ devem ligar nos números 0800-0210278 e 0800-0210279 (deficientes auditivos e de fala), que funcionam em plantão 24h.

  • OBRAS INTERFEREM NO TRÁFEGO DO KM-29 NO TRECHO DE SAPUCAIA DA BR-116/RJ

    A CRT avisa aos usuários da BR-116/RJ que, iniciou as obras de estabilização de encosta, terraplanagem e pavimentação no km-29 (Sapucaia), sentido Teresópolis-Além Paraíba, a qual deverá se estender até 27 de fevereiro de 2019. Nos três primeiros meses do serviço, haverá apenas interdição do acostamento. Nos cinco meses seguintes, será necessária a implantação do sistema de pare e siga no local. Vale lembrar que os motoristas que trafegam entre o Rio e Teresópolis não passam por esse trecho.
    A Concessionária sugere que os usuários planejem seus deslocamentos com alguma antecedência em função de possíveis retenções. O local estará devidamente sinalizado e equipes da CRT serão mantidas no trecho para orientação dos motoristas. Para outras informações os usuários da BR-116/RJ devem ligar nos números 0800-0210278 e 0800-0210279 (deficientes auditivos e de fala), que funcionam em plantão 24h.

  • RADAR DESLIGADO NO KM-101,2


    A CRT avisa os usuários da BR-116/RJ que, em função de determinação da justiça federal de Teresópolis, em 20/6 foi desligado o radar do km-101,2 (Monte Olivetti), no trecho da Serra. O projeto para implantação de controladores de velocidade (radares) foi desenvolvido e realizado pela CRT em função de determinações contratuais, com base na metodologia da resolução nº 396 de 13/12/2011 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) e após análise e aprovação da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e da PRF (Polícia Rodoviária Federal).

  • CRT ALERTA A USUÁRIOS DA BR-116/RJ PARA QUE REDUZAM A VELOCIDADE NO KM-80,3


    A Concessionária Rio-Teresópolis (CRT) alerta os usuários da Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ) para que trafeguem em velocidade reduzida em ambos os sentidos no km-80,3 (Ermitage), onde há a implantação de sinalização emergencial no Trevo do Residencial Ermitage composta por seis redutores de velocidade, sinalização horizontal e vertical de desvio de eixo e regulamentação assim como de supercones indicativos de traçado com iluminação noturna.
    O local está devidamente sinalizado, com equipes da CRT orientando o tráfego de veículos. Outras informações podem ser obtidas pelos números 0800-0210278 e 0800-0210279 (deficientes auditivos e de fala), que funcionam em plantão 24h.

Mais História

Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ):

 um caminho com longa história

 A história da ligação entre a Capital, Rio de Janeiro, e a cidade serrana de Teresópolis percorreu um longo caminho até os dias de hoje, passando pelo lombo de burros, seguindo em carruagens, servindo de trilha às famílias imperiais, correndo nos trilhos da antiga estrada de ferro, até fazer parte da malha rodoviária federal brasileira. A Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ), como é conhecida atualmente, já foi chamada em alguns de seus trechos por Estrada Imperial ou Estrada Direta.

O ponto de partida para a via foi a Estrada Nova de Minas, em 1704, que encurtava em quatro dias o trajeto entre o Rio de Janeiro e as Minas Gerais. Já o primeiro caminho aberto reconhecidamente como ligação entre o Porto de Piedade, em Magé, na Baixada Fluminense, e o Alto da Boa Vista, atual Soberbo, na cidade de Teresópolis, foi obra realizada pelo comerciante português de origem inglesa, George March, inaugurada em 1826. Antes, a viagem, que durava cerca de um dia e meio, era feita com passagem por trás da Serra dos Cavalos.

Em 1908, foi implantada no trecho a Estrada de Ferro Therezopolis, que seguia do Cais da Piedade, em Magé, até o Soberbo. Quem partia do Rio de Janeiro seguia até o município da Baixada Fluminense em barcas saídas da Praça XV, na região central da Capital. A viagem até Teresópolis incluía a "aventura" da troca de locomotiva para que se transpusesse o terreno íngreme da Serra, e seguisse até a Estação do Alto (atual Praça Higino da Silveira). Dali, para se chegar à Várzea, no centro da cidade serrana, usavam-se charretes ou carretões, normalmente puxados por burros, o marco inicial do transporte público em Teresópolis.

Apesar de ser filho de José Augusto Vieira, construtor da estrada de ferro, Armando Vieira sonhava, em 1932, com a ligação rodoviária para Teresópolis seguindo pela Serra. A ideia foi tomando corpo até a fundação da Sociedade dos Amigos de Teresópolis, que tinha entre seus membros vários empresários, entre eles, Carlos Guinle. Foi este grupo que deu início às obras do primeiro trecho da via, como forma de comprovar junto aos órgãos governamentais que aquela era uma real aspiração dos teresopolitanos.

O grupo conseguiu recursos para abrir o trecho entre o Alto e o Soberbo, num total de dois quilômetros. Em 1948, finalmente, veio a sinalização por parte do governo federal de que estudos seriam feitos para analisar a viabilidade da construção do trecho requerido. E, neste momento, foi fundamental a intervenção do Comandante Heleno Nunes, junto ao Ministro da Viação e Obras Públicas do presidente Juscelino Kubitschek, o almirante Lucio Meira, de quem era oficial de gabinete, para aprovação do projeto e autorização para a obra.

A obra que finalmente ligaria, de forma rápida e direta, Teresópolis ao Rio, com uma via que transpusesse o trecho da Serra dos Órgãos, foi autorizada em 1955, pelo antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), hoje DNIT. O engenheiro Pierre Berman, auxiliado pelo irmão Raul Berman, ficou encarregado de colocar o projeto em prática.

Antes da construção do trecho da serra havia a necessidade de se acessar a cidade de Petrópolis e a partir da ligação por Itaipava para chegar a Teresópolis, numa viagem que durava cerca de 3h30.

A Rio-Teresópolis foi incluída como BR-4 no Plano Rodoviário Nacional, passando pela Baixada Fluminense, depois por Teresópolis, seguindo até São José do Além Paraíba e, dali, para o Norte do país, num trajeto que corresponde à atual Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ). O trecho da Serra da Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ) foi inaugurado a 1º de agosto de 1959, em grande festa que contou com a presença do presidente Juscelino Kubstichek.

Também sob a administração do DNER, além do atual traçado da Serra (1956/1959), foram construídos o trecho Teresópolis-Além Paraíba (1958/1974) e duplicado o trecho entre Duque de Caxias e o início da Serra (1973 /1981).

Em agosto de 1995, a Construtora OAS venceu a concorrência do DNER para a administração da rodovia e convidou as empresas Carioca Christiani-Nielsen Engenharia S/A, Construtora Queiroz Galvão S/A e EIT-Empresa Industrial Técnica S/A para formar a CRT - Concessionária Rio-Teresópolis S/A que, desde 22 de março de 1996, administra a via.

Em 1998, com dois anos de concessão, a CRT foi a primeira concessionária de rodovias federais da América Latina a receber o Certificado ISO 9002 para todos os setores da empresa. No ano seguinte, 1999, a concessionária recebeu o reconhecimento internacional com o prêmio Toll Inovation Awards pelo projeto "Cowboys do Asfalto", criado em apoio às ações da Polícia Rodoviária Federal.

O maior prêmio para a CRT tem sido os resultados do IBOPE, que, nos últimos 5 anos, mostraram um índice de aprovação superior a 88%, trazendo a certeza da excelência dos serviços oferecidos aos usuários.

Fonte: Boletim CRT Boa Viagem/ Folheto OAS/DVD A História da Estrada Direta- Rodovia Rio-Teresópolis (Br-116/RJ)

 

 

 
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