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  • TRECHOS DA BR-116/RJ TÊM INTERFERÊNCIA NO TRÁFEGO A PARTIR DESTA TERÇA-FEIRA PARA RECUPERAÇÃO DE PAVIMENTO

    A Concessionária Rio-Teresópolis (CRT) dará início no próximo dia 10 de agosto ao serviço de manutenção do pavimento e pintura de faixas em trechos da Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ), com a necessidade da implantação do sistema de pare e siga e meia pista em alguns locais, entre 7h e 17h. A previsão é de que essas intervenções prossigam até 10 de novembro.
    A recuperação do pavimento, com fresagem e aplicação de CBUQ, acontecerá do quilômetro 02 ao 89, nos dois sentidos do trecho Teresópolis-Além Paraíba. Neste segmento, que tem pista simples, haverá a necessidade da implantação do pare e siga.
    O mesmo serviço será feito também na Baixada Fluminense, do quilômetro 104 ao 144, em ambos os sentidos. Neste trecho, que é de pista dupla, haverá somente interdição alternada de uma das faixas de rolamento.
    Além da fresagem e recapeamento, será realizada a pintura das faixas de sinalização em cada trecho concluído. Durante os finais de semana e feriados o serviço será suspenso.
    Haverá sinalização nestes locais e equipes da CRT atuarão na orientação do tráfego. Para qualquer outra informação os usuários da BR-116/RJ devem ligar para os números 0800 021 0278 e 0800 021 0279 (pessoas com deficiência auditiva e de fala), que funcionam em plantão 24h.

  • CRT DÁ CONTINUIDADE ÀS INTERVENÇÕES NO TRECHO DA SERRA PARA RECONSTRUÇÃO DO PAVIMENTO RÍGIDO

    A CRT avisa aos usuários da Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ) que serão mantidas até o final do mês de novembro, as intervenções no tráfego ao longo do trecho da Serra, entre os quilômetros 102 e 89,8, em ambos os sentidos, para dar continuidade ao serviço de reconstrução de placas do pavimento rígido no trecho.

    Os serviços serão executados entre 8 e 17h, durante todos os dias da semana, incluindo os finais de semana. Nos pontos com terceira faixa, o tráfego será feito com desvio de pista e nos trechos em que não houver, será utilizado o sistema de pare e siga. A previsão é de que nos feriados prolongados os serviços sejam suspensos.

    O local estará devidamente sinalizado e equipe da CRT atuará na orientação dos motoristas. Outras informações podem ser obtidas pelos números 0800-0210278 e 0800-0210279 (deficientes auditivos e de fala), que funcionam em plantão 24h.

  • CAMINHONEIRO PARTICIPE DA PESQUISA


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    FONTE: Adriana Modesto (Dra. em Transportes e Ma. em Ciências da Saúde pela Universidade de Brasília - UnB

    A CRT não tem responsabilidade pelo conteúdo em questão.

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História | Mais História

Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ):

 um caminho com longa história

 A história da ligação entre a Capital, Rio de Janeiro, e a cidade serrana de Teresópolis percorreu um longo caminho até os dias de hoje, passando pelo lombo de burros, seguindo em carruagens, servindo de trilha às famílias imperiais, correndo nos trilhos da antiga estrada de ferro, até fazer parte da malha rodoviária federal brasileira. A Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ), como é conhecida atualmente, já foi chamada em alguns de seus trechos por Estrada Imperial ou Estrada Direta.

O ponto de partida para a via foi a Estrada Nova de Minas, em 1704, que encurtava em quatro dias o trajeto entre o Rio de Janeiro e as Minas Gerais. Já o primeiro caminho aberto reconhecidamente como ligação entre o Porto de Piedade, em Magé, na Baixada Fluminense, e o Alto da Boa Vista, atual Soberbo, na cidade de Teresópolis, foi obra realizada pelo comerciante português de origem inglesa, George March, inaugurada em 1826. Antes, a viagem, que durava cerca de um dia e meio, era feita com passagem por trás da Serra dos Cavalos.

Em 1908, foi implantada no trecho a Estrada de Ferro Therezopolis, que seguia do Cais da Piedade, em Magé, até o Soberbo. Quem partia do Rio de Janeiro seguia até o município da Baixada Fluminense em barcas saídas da Praça XV, na região central da Capital. A viagem até Teresópolis incluía a "aventura" da troca de locomotiva para que se transpusesse o terreno íngreme da Serra, e seguisse até a Estação do Alto (atual Praça Higino da Silveira). Dali, para se chegar à Várzea, no centro da cidade serrana, usavam-se charretes ou carretões, normalmente puxados por burros, o marco inicial do transporte público em Teresópolis.

Apesar de ser filho de José Augusto Vieira, construtor da estrada de ferro, Armando Vieira sonhava, em 1932, com a ligação rodoviária para Teresópolis seguindo pela Serra. A ideia foi tomando corpo até a fundação da Sociedade dos Amigos de Teresópolis, que tinha entre seus membros vários empresários, entre eles, Carlos Guinle. Foi este grupo que deu início às obras do primeiro trecho da via, como forma de comprovar junto aos órgãos governamentais que aquela era uma real aspiração dos teresopolitanos.

O grupo conseguiu recursos para abrir o trecho entre o Alto e o Soberbo, num total de dois quilômetros. Em 1948, finalmente, veio a sinalização por parte do governo federal de que estudos seriam feitos para analisar a viabilidade da construção do trecho requerido. E, neste momento, foi fundamental a intervenção do Comandante Heleno Nunes, junto ao Ministro da Viação e Obras Públicas do presidente Juscelino Kubitschek, o almirante Lucio Meira, de quem era oficial de gabinete, para aprovação do projeto e autorização para a obra.

A obra que finalmente ligaria, de forma rápida e direta, Teresópolis ao Rio, com uma via que transpusesse o trecho da Serra dos Órgãos, foi autorizada em 1955, pelo antigo Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER), hoje DNIT. O engenheiro Pierre Berman, auxiliado pelo irmão Raul Berman, ficou encarregado de colocar o projeto em prática.

Antes da construção do trecho da serra havia a necessidade de se acessar a cidade de Petrópolis e a partir da ligação por Itaipava para chegar a Teresópolis, numa viagem que durava cerca de 3h30.

A Rio-Teresópolis foi incluída como BR-4 no Plano Rodoviário Nacional, passando pela Baixada Fluminense, depois por Teresópolis, seguindo até São José do Além Paraíba e, dali, para o Norte do país, num trajeto que corresponde à atual Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ). O trecho da Serra da Rodovia Santos Dumont (BR-116/RJ) foi inaugurado a 1º de agosto de 1959, em grande festa que contou com a presença do presidente Juscelino Kubstichek.

Também sob a administração do DNER, além do atual traçado da Serra (1956/1959), foram construídos o trecho Teresópolis-Além Paraíba (1958/1974) e duplicado o trecho entre Duque de Caxias e o início da Serra (1973 /1981).

Em agosto de 1995, a Construtora OAS venceu a concorrência do DNER para a administração da rodovia e convidou as empresas Carioca Christiani-Nielsen Engenharia S/A, Construtora Queiroz Galvão S/A e EIT-Empresa Industrial Técnica S/A para formar a CRT - Concessionária Rio-Teresópolis S/A que, desde 22 de março de 1996, administra a via.

Em 1998, com dois anos de concessão, a CRT foi a primeira concessionária de rodovias federais da América Latina a receber o Certificado ISO 9002 para todos os setores da empresa. No ano seguinte, 1999, a concessionária recebeu o reconhecimento internacional com o prêmio Toll Inovation Awards pelo projeto "Cowboys do Asfalto", criado em apoio às ações da Polícia Rodoviária Federal.

O maior prêmio para a CRT tem sido os resultados do IBOPE, que, nos últimos 5 anos, mostraram um índice de aprovação superior a 88%, trazendo a certeza da excelência dos serviços oferecidos aos usuários.

Fonte: Boletim CRT Boa Viagem/ Folheto OAS/DVD A História da Estrada Direta- Rodovia Rio-Teresópolis (Br-116/RJ)

 

 

 
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